sábado, 1 de setembro de 2012

O nonno mais feliz do mundo

Albertone e Albertino... assim eles são chamados.
A afinidade entre os dois foi imediata, mesmo Albertino sendo um menino não muito "dado" (leia-se não vai com qualquer um de jeito nenhum, altamente conquistador mas, dificilmente conquistável, tradicionalista).
Já Paulo e Maria eram só sorrisos e brincadeiras desde o primeiro segundo, devido ao nonno ser uma criança grande, brincalhona e divertida.
 Lindo de se ver!
O que explica essa sinergia instantânea é que esse nonno é feito só de amor. 
Ele tem o sorriso no olhar, sabe? 
É daquelas pessoas solares, que conseguem fazer todos a sua volta sorrirem (até mesmo sem saber falar meia dúzia de palavras em português, por onde ele passava era sempre o mais divertido, o mais extrovertido, o centro das atenções).
E assim ele conquistou todo mundo no primeiro instante: brincando, cantando, irradiando sorrisos.
E desde que ele se foi, não tem um dia sequer que Alberto não diga: quedê nonno?

Olha que fofos:
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Essas fotos abaixo na piscina foram tiradas em Maracaípe, num haras que nós já conhecíamos e que já apareceu aqui no blog. Voltamos lá, dessa vez, para ficar uns dias com eles, longe de tudo e de todos. Um paraíso!






Pôr-do-sol na praia do Jacaré. 
Um passeio que, quem vem a João Pessoa, não pode perder de jeito nenhum.
Neste local existem vários restaurantes de frente para o Rio Paraíba (o local é o encontro do rio com o mar) de onde você pode ver o sol se pôr, ao som do Bolero de Ravel tocado pelo saxofonista Jurandy do Sax.
O que eu gostei dessa vez foi que, além da apresentação tradicional do músico tiveram outras apresentações de música e dança lindas de se ver. 
E o nonno? Arrasou na pista de dança.
 (Legenda da minha cara: cho-ca-da com a destreza do bailarino italiano.)










Essas fotos abaixo foram tiradas na comemoração do aniversário da minha mamãe, num restaurante no Bessa - João Pessoa.
Comemoramos com todo mundo reunido. Momento lindo  ♥.
Ele ganhou o primeiro pedaço de bolo com a justificativa de que é o "patriarca" da família. Justo!




Essa imagem foi parar num porta-retrato de tão apaixonante que é:


Tal pai...


A esperada feijoada brasileira. Aprovadíssima pelo nonno!



O café italiano é bom, mas o titicafé (meu café) conquistou o coração dele!


Na verdade é um frapé de capuccino (só troquei o nescafé por capuccino), 
mas eles, na Itália, chamam de caffé del nonno.

E pra fechar a enxurrada de fotos, um momento lindo entre vovô e neto, em Carapibus, nosso paraíso particular:

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Olha que fofo ter um vovô assim:


Te amamos muiiiiiiiiito Albertone!

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Cacau disse...

Dany, sempre passo por aqui para compartilhar um pouco da energia da sua família linda. Já li a história sua e de Mássimo e a admiro com um respeito que só quem sabe amar tem. Esse post tem belíssimas imagens que refletem muito bem as escolhas de vcs. Escolha de ser feliz mesmo tendo que conviver com a saudade constante. E Albertino é a confirmação de que tudo está onde deveria. Que vovô Albertone volte mil vezes mais! Bjs, Cacau.

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