segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sonhar....

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Impossível?
Não sei o que significa...
Sei sim o que significa sonhar, e mais ainda o significado da palavra realizar!
Traçamos cada passo, sonhamos acordados.
Algumas noites foram sem sono.
Tivemos lágrimas, sorrisos, calafrios.
Mas o que queríamos estava sempre ali, em nossas mentes, em nossas metas.
E chegou até nós. Ou fomos nós que chegamos lá?
O que importa é que hoje, estendemos o tapete de uma nova vida;
Abrimos as portas para um novo começo;
Penduramos na entrada a placa de boas vindas para quem quiser vir conosco dividir essa deliciosa sensação de realização...
Esta é a imagem que resume este momento:


O caminho não foi fácil, as pedras não foram poucas e nem tampouco pequenas.

Mas conseguimos. Conseguimos mais esta realização.

E é indescritível a sensação que se vivencia quando se alcança algo tão esperado!

Ai, como é bom...

É melhor do que sentir a chuva no rosto, o vento nos cabelos, o cheiro de bebê, aquele beijo apaixonado!

E como se não bastasse tudo isso, agora estamos próximos de mais uma realização: o nascimento do "nostro piccolo bimbo" que inundará nossa casa de mais amor.

Aos amigos que torceram, ajudaram e estiveram sempre ao nosso lado (mesmo que distantes em presença, mas próximos em carinho e apoio) só temos uma coisa a dizer: vocês fazem parte deste sonho!

Aos que estiveram distantes (alguns por opção pessoal nossa, já que infelizmente ainda carregam consigo uma energia de inveja, raiva, rancor, tristeza permanente, angústia e coisas do tipo) e que por consequência não fizeram parte deste pedacinho da nossa história, saibam que vocês também estão sempre em nossos pensamentos e orações, sempre!

Boas Festas!!!

Bom ano que se inicia!!!

Aproveitem a energia do recomeço para a renovação pessoal e espiritual.

São nossos sinceros votos.

Familia Gomes Antonacci

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Meu Sling

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Já posso slingar por aí...
Ontem fui buscar meu sling que chegou direitinho, no prazo estipulado e fiquei apaixonada, doidinha para estrear logo, mas cadê o Alberto?
O jeito é segurar a ansiedade por mais 2 meses e enquanto isso fazer a propaganda aqui.
Ele é lindo, o tecido de ótima qualidade, o acabamento excelente e pra completar, a vendedora é um amor e mega atenciosa.
O site para quem quiser comprar também: http://www.slinguru.com.br/




Ainda ganhei este fofíssimo babador que pode ser usado frente e verso.


Amei!!!
Bom final de semana!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Desabafo...

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Hoje o dia foi bem estressante.
Foi o dia da ultra.
Normalmente, este é um dia bem feliz para as grávidas, porque vemos nosso bebê, sua carinha, como anda seu crescimento e saímos de lá como bobas, depois de ver um monte de imagens distorcidas e sem graça que só nós temos paciência para interpretar.

Mas, para mim, os dias de ecografia, tem sido sempre motivo de apreensão, medo, insegurança...
Foi assim desde a primeira que fiz nesta gravidez.

Logo no início constatamos que eu tinha um hematoma no saco gestacional (ou popularmente conhecido como descolamento).
Ai meu saco! Era tudo de mais sincero o que eu poderia falar nos próximos 3 meses que se seguiriam...
Me senti frágil, não queria sair da cama, tinha medo de andar, de levantar pra ir ao banheiro. Um pânico sem fim. Marido foi meu chão, minha comida, tudo nessa vida.

Depois seguiram-se mais 4 ecografias, todas elas com o bendito hematoma presente.

Sabe a sensação de alegria que falei que se sente nesses exames? Pois é, até aqui nada.

Depois, o desaparecimento do hematoma. Uma ecografia super feliz, onde meu bb me dá um beijo lindo, lembram?

Pois é. Acho que foi a única ultra-sonogradia feliz, feliz, que fiz durante a gravidez.

Não seguindo essa maré de alegria, no exame seguinte tive uma outra surpresa: foi observado que meu líquido amniótico estava um pouco aumentado, ou seja, tinha mais água que o esperado para a fase. Segundo a minha médica nada pra se preocupar, só para observar.

Cheguei em casa e corri para o dr. Google, que encheu meu coração de angústia, medo, terror e todo pânico que poderia haver nessa vida.
Mal sabia eu que teria que enfrentar ainda notícias mais pesadas.

Prossigamos...

Não me conformei com o diagnóstico, pedi para repetir o exame, e 3 dias depois estava eu lá, novamente em mais um torturante consultório médico.

Desta vez foi constatado que não, meu líquido não estava aumentado, estava no nível normal, porém, o rim esquerdo do bebê apresentava uma leve dilatação.

Quer dizer...

Neste dia eu estava sozinha. Marido tinha viajado com minha mãe e eu recebi a bomba ali, verdade nua e crua, na cara. Não sei como ainda não surtei! Acho que o motivo é que não tenho mais pra onde surtar, só pode ser...

Liguei para a minha médica, antes de ligar e dar a notícia ao Massimo, que me disse as doces palavras: me leve o exame na quinta (era segunda) e não se preocupe e só questão de observar.

Antes de continuar...
Os médicos, algumas vezes, são de uma demências que só pode ser explicada pelos anos de estudo (ou não) em cima de livros que explicam para que servem ossos como esternocleidomastóideo ou por terem cheirado formol, por horas a fio, nas aulas práticas de anatomia.

Naquele momento, tudo o que eu não queria saber era se eu tinha ou não que ficar calma. Eu queria saber o que significava ter um bebê com a pelve renal esquerda aumentada, que riscos eu corria, quanto estava aumentada, quanto deveria estar e principalmente, que riscos o meu filho estava correndo...
Porém, não obtive respostas, não naquele momento.

Essa situação toda me deixou bem nervosa, chateada e me impulsionou a procurar um especialista em gravidez de alto risco.

No dia seguinte, consegui um horário com este médico, especialista neste tipo de gestação (tá que cada consulta dele sai por nada mais nada menos que 330 reais), e que me respondeu, com toda paciência do mundo, uma lista de 15 perguntas que eu havia elaborado nas minhas madrugadas de insônia.

Fizemos mais uma ultra (a sétima, sei lá) e constatamos realmente o aumento no rim esquerdo.
Segundo ele, não era motivo de preocupação e que a minha gestação não era considerada de risco, mas que deveríamos fazer um acompanhamento de perto, quinzenalmente, para afastar todo e qualquer tipo de problema.

Depois desta, fiz mais umas 2 ou 3 ecografias. Perdi a conta. Só sei que tenho mais de 10 guardadas na minha pasta de recordações de uma gravidez um pouco "particolare", como diz Massimo.

Eu tenho outra teoria: esse bb é da família mesmo. Adora um holofote, palco, luzes, câmeras e quer chamar atenção. Quer todo mundo pensando nele, ligando pra ele, não não liga pra mais ninguém. Só pode ser isso.

Na ecografia de hoje o resultado foi totalmente normal. O rim esquedo (apesar de aumentado, porém dentro dos parâmetros fisiológicos aceitáveis para a fase ), está estável.

Ele cresce e se desenvolve perfeitamente.

Mas e meu coração?

Apesar de toda a minha fé, de todo o meu pensamento positivo e de toda a energização diária que faço sobre essa criança, sobre essa barriga, me sinto com o coração na mão cada vez que tenho que comparecer a um exame.

Segunda tenho outro.

Mais um dia que começará com apreensão, mas que acabará como hoje, com agradecimentos eternos à Deus, por nos carregar no colo, nos cercar com sua redoma protetora e nos trazer situações que nos fazem crescer, evoluir e nos amar, ainda mais e mais.

Desculpem o desabafo, mas nesse cantinho aqui quero deixar registrado um pouquinho de toda a nossa verdade, de cada sentimento, de cada descoberta, de cada passo que demos até termos nosso piccolo angelo no colo!

Beijinhos

sábado, 12 de dezembro de 2009

28 semanas (Quase 29)

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Lembra que na última consulta com a G.O descobrimos que minha barriga estava baixa demais para o tempo de gestação?
Pois é, boas notícias à vista.
Voltamos à médica e ela constatou que o sapequina do meu bimbo havia subido novamente.
Então conclui que, na verdade, ele não quer é saber de tédio. Gosta de vida agitada, animada. Pra que ficar parado se ele tem toooodo esse espaço pra brincar, né?
Foi um alívio para nós, porém segundo ela, o repouso deve continuar.

Então...

Tenho respeitado os conselhos médicos, mas ao mesmo tempo venho me organizando para deixar tudo pronto. Então vira e mexe tenho que sair pra terminar de comprar as coisas do enxoval, numa dinâmica que funciona mais ou menos assim: Marido anda, escolhe, procura e eu, normalmente sentada numa cadeira-trono como uma rainha só opino dizendo: não gosto, gosto, não gosto, gosto. Chato demais, né? Nem sou uma esposa exploradora não, mas tem que ser assim e tenho que confessar que é bom, ah é.


Compramos coisas lindas, cutes e apaixonantes! Espia só algumas:




(Manta linda e fofa)


(Almofada para amamentar)

(Saída da maternidade)
É isso. Estou comemorando cada dia, cada semana a mais que meu bb tem ficado aqui dentro da casinha dele e se comportado bem, como deve ser. Nem tenho a ansiedade para que ele nasça logo,não. Quero apenas que o tempo seja nosso amigo e que nos abrace para que tudo corra bem.
Beijinhos e boa semana!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

27 semanas - 7 meses! Olha eu aqui de novo... de repouso!

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Eita gravidez delicada essa minha.

Minha situação atual é a seguinte: devo ficar de repouso, o mais deitada possível, evitando todo e qualquer esforço.

Piccolo está bem, só que está posicionado mais abaixo do que deveria, como quem está curioso para ver o que tem aqui do lado de fora.

Vinha sentindo algumas contrações, de vez em quando e achava que fossem as benditas de Braxton Hicks.

Comentei com minha médica por comentar, e levei um puxão de orelha: ela me disse que não é normal ter essas contrações antes das 30 semanas, não! Apesar de estar divulgado por aí pela internet.

Se você, gestante, está sentindo contrações avise seu médico imediatamente.

Definitivamente o Dr. Google é o pior dos obstetras, cada conselho torto já recebi dele...

O tempo agora é de ser cuidada e paparicada ainda mais e de esperar o meu amorzinho amadurecer debaixo de toda a proteção que eu puder dar a ele.

Por enquanto é isso... beijocas!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Meu Sling e Como fazer um sling em casa e economizar uns $$?

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Carregar o bebê junto ao corpo como forma de protegê-lo é uma prática antiga dos povos andinos, que utilizavam as Kepinas (sacos de carregar) para poderem cuidar dos filhos mais velhos, desenvolver suas atividades cotidianas e ainda aumentar o vínculo afetivo após o nascimento.





Herdamos essa prática dos incas e adaptamos à nossa cultura, aplicando estampas diversas, utilizando argolas e criando modelos diferentes.
Muitas dúvidas rondaram minha cabeça antes de eu fazer a minha escolha por usar ou não o sling. Queria saber qual o melhor modelo, se é confortável usá-lo, se é de fácil adaptação e principalmente, os benefícios que eu proporcionaria ao meu filho com o seu uso.
Demorei tanto mas, finalmente consegui escolher o meu.
É lindo né?



Então, depois de muito ler e pesquisar, resolvi experimentar essa novidade (para mim) no mundo da maternidade.
O que descobri sobre as vantagens do uso do sling?

- Bebês no colo não ficam manhosos, ao contrário, são mais saudáveis e choram menos. Afinal, eles acabaram de sair de todo o aconchego do seu útero e merecem continuar sentindo-se protegidos. (além disso, ganham mais peso, melhoram as suas habilidades motoras, coordenação e equilíbrio).

- São melhores estimulados por terem uma visão mais ampla do mundo! (bebês que ficam no carrinho veem o mundo de um plano inferior apenas).

- Tornam-se independentes mais rapidamente.

- Tem sono mais tranquilo e dormem por mais tempo.

- Tem grandes chances de serem crianças mais felizes e seguras, pois sentem-se mais protegidos e amados.


A loja onde vou comprar o meu é a SLINGURU, da minha amiga de twitter Marília, a paciência em pessoa e que me ajudou a sanar todas as minhas dúvidas. (Cliente chata eu!)

Faça você mesmo o seu sling:


Agora uma dica para quem quer experimentar mas sem gastar dinheiro!

Usando apenas uma canga você pode ter o seu.
O vídeo inteiro muito interessante, mas o passo-a-passo está a partir dos 5:45".



Beijinhos mamães e gravidinhas...