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terça-feira, 18 de agosto de 2015
sábado, 4 de julho de 2015
domingo, 29 de junho de 2014
A minha casa é o meu templo sagrado
A minha casa é o meu templo sagrado
Tenha gratidão pela casa que te abriga. Ela é sagrada. Ela é o seu templo.
Nossa casa possui toda a nossa essência. Ela é como você é. Ou ainda, ela está como você está. Se você está em harmonia, sua casa será harmônica. Se está infeliz, sua casa será fria ou escura, ou ainda, não será acolhedora. O nosso interior cria o nosso exterior. Se você não gosta da sua casa, provavelmente está insatisfeito em algum campo da sua vida e não se sentir bem dentro da própria casa é fonte de grande infelicidade e causa de doenças físicas, psicológicas e espirituais.
Isso não tem a ver com decoração, com ter ou não ter dinheiro para uma reforma. Isso tem a ver com algo mais profundo, com a nossa energia interior. Existem casas muito simples (de barro até) extremamente harmônicas, organizadas, claras e cheias de boas vibrações. Existem casas grandes, ricas, bem decoradas, porém frias e que não acolhem. Assim como existem as casas simples e desorganizadas, mal cheirosas, entulhadas de coisas desnecessárias e tão cheias de melancolia e casas ricas extremamente acolhedoras e harmonizadas. Tudo isso está ligado ao nosso Eu interior.
Ao entrar em casa é preciso ter todo carinho e cuidado. A casa é um templo sagrado e por isso merece todo respeito. Não devemos invadi-las como fazem os ladrões. A primeira coisa a fazer é contemplá-la mentalmente, pois ela é especial. É o nosso abrigo, para o corpo e para a alma. Antes de adentrá-la devemos demonstrar reverência e ter por ela um enorme sentimento de gratidão.
A nossa casa é o ninho que nos acolhe todos os dias e nos protege da chuva, do vento, do sol, do frio e do calor. Devemos ter por ela todo o respeito. É o lugar onde nossos filhos crescem e se desenvolvem intelectualmente recebendo o alimento do corpo e do espírito, dado por todos que ali habitam. É onde aprendemos a viver em comunidade, dividindo tarefas, auxiliando o próximo, respeitando as regras para uma boa conviência.
A casa é muito mais do que um amontoado de concreto e peças decorativas. A casa é o nosso lar onde escrevemos a nossa história e onde plasmamos quem somos.
Nossas melhores lembranças estão naquela casa em que vivemos quando crianças. As canções, o cheiro de uma boa comida feita com amor, aquele livro encostado na cabeceira da cama, a roupa macia, a cama quentinha, a textura do sofá da sala são sensações ricas que jamais se apagarão da nossa memória afetiva.
(Dany, Danielle)
Post de contemplação e gratidão.
Tenha gratidão pela casa que te abriga. Ela é sagrada. Ela é o seu templo.
Nossa casa possui toda a nossa essência. Ela é como você é. Ou ainda, ela está como você está. Se você está em harmonia, sua casa será harmônica. Se está infeliz, sua casa será fria ou escura, ou ainda, não será acolhedora. O nosso interior cria o nosso exterior. Se você não gosta da sua casa, provavelmente está insatisfeito em algum campo da sua vida e não se sentir bem dentro da própria casa é fonte de grande infelicidade e causa de doenças físicas, psicológicas e espirituais.
Isso não tem a ver com decoração, com ter ou não ter dinheiro para uma reforma. Isso tem a ver com algo mais profundo, com a nossa energia interior. Existem casas muito simples (de barro até) extremamente harmônicas, organizadas, claras e cheias de boas vibrações. Existem casas grandes, ricas, bem decoradas, porém frias e que não acolhem. Assim como existem as casas simples e desorganizadas, mal cheirosas, entulhadas de coisas desnecessárias e tão cheias de melancolia e casas ricas extremamente acolhedoras e harmonizadas. Tudo isso está ligado ao nosso Eu interior.
Ao entrar em casa é preciso ter todo carinho e cuidado. A casa é um templo sagrado e por isso merece todo respeito. Não devemos invadi-las como fazem os ladrões. A primeira coisa a fazer é contemplá-la mentalmente, pois ela é especial. É o nosso abrigo, para o corpo e para a alma. Antes de adentrá-la devemos demonstrar reverência e ter por ela um enorme sentimento de gratidão.
A nossa casa é o ninho que nos acolhe todos os dias e nos protege da chuva, do vento, do sol, do frio e do calor. Devemos ter por ela todo o respeito. É o lugar onde nossos filhos crescem e se desenvolvem intelectualmente recebendo o alimento do corpo e do espírito, dado por todos que ali habitam. É onde aprendemos a viver em comunidade, dividindo tarefas, auxiliando o próximo, respeitando as regras para uma boa conviência.
A casa é muito mais do que um amontoado de concreto e peças decorativas. A casa é o nosso lar onde escrevemos a nossa história e onde plasmamos quem somos.
Nossas melhores lembranças estão naquela casa em que vivemos quando crianças. As canções, o cheiro de uma boa comida feita com amor, aquele livro encostado na cabeceira da cama, a roupa macia, a cama quentinha, a textura do sofá da sala são sensações ricas que jamais se apagarão da nossa memória afetiva.
(Dany, Danielle)
Post de contemplação e gratidão.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
10 anos do nosso amor...
(Hoje quem escreve é ele, pra contar um pouco do que este dia representa pra nós.)
Eu estava de férias em Salvador com meus amigos, e no meio das férias eu tinha um compromisso. Ir para Brasília para ver uma pessoa, na verdade uma princesa.
A gente tinha se conhecido antes, mas só pelo computador e isso tinha sido suficiente para me fazer apaixonar como nunca, falar coisas que nunca eu teria pensado de falar, agir e pensar de forma bem diferente.
Mas claro, o que conta é a vida real, precisávamos nos conhecer pessoalmente, ver se isso dava certo, se a convivência era uma coisa gostosa ou um saco sem fim, sentir nosso cheiro, ver comportamentos.
Eu nunca tinha namorado seriamente, tirando coisas da adolescência, e era muito desconfiado, mas ela, a minha princesa, já tinha mudado muitas coisas em mim e sem nem nunca ter tocado nela. Isso era muito muito estranho.
Lembro muito bem aquela manha do dia 2 de janeiro de 2004, quando meus amigos me levaram para o aeroporto, as 6 da manha, para pegar o voo para Brasília.
Lembro os detalhes daquele aeroporto nas primeiras horas do dia, meio nublado e meio triste (acho sempre aeroportos, rodoviárias, estações ferroviárias meio tristes).
Eu estava finalmente sozinho,viajando sozinho, coisa que não costumava fazer, para conhecer a mulher pela qual eu me sentia tao apaixonado, sentia uma ligação tão forte, que me dava até medo e insegurança em alguns momentos.
Lembro que no avião eu só ficava pensando em como seria o encontro tão planejado, o que ela faria? Será que no começo ela ficaria meio tímida, calada, apesar de termos conversado tanto pelo computador? Eu tinha certeza que eu não ficaria.
Ela nunca tinha me visto antes, só em foto. E várias fotos, todas diferentes. Então ela não sabia exatamente como eu era. Eu, pelo contrário, já sabia que ela era uma princesa maravilhosa.
Quando o avião pousou em Brasília veio aquela ansiedade. Fui um dos primeiros a sair do avião, fui rapidamente na esteira para pegar minha mala e, enquanto esperava, aquela porta de saída abria e fechava e eu tentava disfarçadamente achar ela no meio da multidão. Mas eu não sabia de uma coisa: ela é bem baixinha, então conseguiu se esconder bem! Finalmente chega a mala. O tempo de um respiro profundo e bora conhecer o amor da sua vida.
Saí daquela porta e na frente tinha muitas pessoas esperando por familiares, mas ela não.
A minha princesa estava bem mais atrás, em um cantinho, com cara tímida e toda vestida de azul, igual uma boneca.
Não era aquela princesa que eu esperava, um mulherão, mãe de dois filhos, mulher forte, nada disso.
Era uma maravilhosa boneca, tímida, convivendo com a ansiedade dela, me esperando há horas naquele cantinho do aeroporto, meio afastada.
Enquanto ela se aproximou timidamente, tentando entender se eu era realmente aquele das fotos, eu fui me aproximando dela rapidamente e quando cheguei nela logo a beijei.
Foi um momento que agradeço a Deus por ter vivido, não vou esquecer nunca.
Esse foi o meu verdadeiro “primeiro beijo”, não vai sair da minha memória nunca!
A gente passou 3 dias juntos, conheci um paraíso junto com ela, conheci um pouco da cidade dela, conheci ela.
Foram 3 dias juntos, a gente grudou mesmo um no outro.
A gente tem sempre como referência aquelas histórias de amor dos filmes, mas isso foi além, algo que só a gente pode definir de forma simples “os dias em Itiquira” e entender o significado enorme disso.
O que importa é que foi por causa também daqueles 3 dias que hoje fazem 10 anos que eu te conheci, minha princesa. Obrigado pela vida que voce me fez conhecer e me faz conhecer cada dia. Eu agradeço a Deus todas as noites por tantas coisas e pela esposa que tenho ao meu lado.
Te amarei pela vida inteira, e te amarei em cada minuto dessa vida!
Um dia para celebrar...
((( ♥ )))
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
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